Teoria dos nomes bizarros
Então, um dia, pensando em relacionamentos, amores, rancores e nomes de filhos, cheguei a uma conclusão que justifica a capacidade inventiva de mães e pais para os nomes bizarros atribuídos a seus filhos. Talvez Rodiscleydison, Aldérico, Sheriloca e, até mesmo, Washington (ou Uóxinto) tenham surgido da necessidade de nunca olhar para um filho e lembrar de algum passado, um relacionamento que naufragou, uma mágoa aparentemente adormecida...Eu desisti de vários nomes que eu gosto e gostava, em função de amores que quero esquecer. Fora os nomes lindos que passam a vir acompanhados de uma certa aversão.
Engraçado relacionar uma coisa e outra, principalmente para alguém que nunca pretendeu ter filhos. Mas a verdade é que eu sempre penso em nomes pra eles. E, certamente, vou abdicar de alguns muito bons para não ativar a memória. Será que meu filho vai ter cara de Gerineldo?!
[Na verdade, ainda não cheguei ao ponto de esgotá-los. (hahaha quase lá!)]
Words are flowing out like endless rain into a paper cup,
They slither while they pass, they slip away across the universe
Pools of sorrow, waves of joy are drifting through my openmind,
Possessing and caressing me.
Jai guru de va om
Nothing's gonna change my world,
Nothing's gonna change my world.
Images of broken light which dance before me like a millioneyes,
That call me on and on across the universe,
Thoughts meander like a restless wind inside a letter box they
Tumble blindly as they make their way
Across the universe
Jai guru de va om
Nothing's gonna change my world,
Nothing's gonna change my world.
Sounds of laughter shades of earth are ringing
Through my open ears inviting and inciting me
Limitless undying love which shines around me like a
Million suns, it calls me on and on
Across the universe
Jai guru de va om
Nothing's gonna change my world,
Nothing's gonna change my world.


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